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quinta-feira, 22 de dezembro de 2011


INQUÉRITO POLICIAL NA SECRETARIA DE SAÚDE NÃO DESVIA ATENÇÃO DE OUTRAS DENÚNCIAS NA SECRETARIA DE OBRAS
A cobertura que tem sido dada pela imprensa local ao inquérito policial que apura denúncias de irregularidades na secretaria municipal de saúde não desviou a atenção da mesma imprensa sobre as denúncias de irregularidades na secretaria de obras. A rigor, a partir de matéria publicada na edição n° 866 do Jornal Agora, todo o processo investigativo foi iniciado. As denúncias de que falava a matéria circulavam  pela cidade há alguns dias e envolviam o ex-secretário Ocimar de Castro Neto, afastado da Secretaria de Obras sem que fosse apresentada nenhuma justificativa oficial pelo executivo municipal, Segundo comentários de populares, o ex-secretário e outros servidores da secretaria estariam  envolvidos em irregularidades que vão desde a falta de registro de entrada e saída de mercadorias no almoxarifado da secretaria de obras (revelando improbidade administrativa e total irresponsabilidade diante dos bens públicos) ao sumiço de materiais e, até mesmo, desvio de peças de veículos pertencentes à municipalidade. Na mesma matéria, o jornal Agora publicou a cópia do livro de ocorrências que registrou a saída dos 36 pneus do almoxarifado da prefeitura no dia 5 de junho.
Na mesma época, a edição  n° 256 do Jornal A Gazeta atribui apenas a boatos. que o jornal afirmou terem sido disseminados pela oposição, as denúncias sobre irregularidades na secretaria de Obras, que culminaram com a saída do ex-secretário Ocimar de Castro Neto da secretaria. Segundo a matéria, o prefeito Wolney Freitas teria afirmado que a  mudança ocorreu pelo fato de Ocimar não ter conseguido os resultados esperados pela administração no comando da secretaria.
Para responder a tantos questionamentos, a Assessoria de Comunicação Social da Prefeitura divulgou Nota Oficial afirmando que a prefeitura tinha tomado conhecimento das supostas irregularidades e, através de Portaria publicada no dia 20 de setembro, havia determinado a instauração de Processo de Auditoria para a apuração dos fatos. No entanto, decorridos 90 dias da instauração do processo de auditoria, nenhuma informação foi prestada sobre o que foi apurado.    Por isto, é fundamental que a CPI seja instalada. As denúncias são graves, envolvem o mau uso de dinheiro público e outros mal-feitos e os culpados, se existirem, não podem ficar impunes.
Fonte: Venilton Ribeiro/Banjjo/Rádio Mix